Cada pessoa chega ao processo metanoico de uma forma: pela leitura dos livros ou dos artigos do Roberto Tranjan, por indicação de participantes, pelo site... Ricardo Stiepcich, líder da Futura Tintas, chegou por uma grande desconfiança. Em um curso de finanças ouviu alguém defender a Metanoia com tanta ênfase que queria a resposta: “Quanto será que esse cara recebe para falar isso?”
Na véspera de início do processo, já com a inscrição feita, Ricardo pensou em desistir, mas resolveu ir adiante, pois se fosse muito ruim voltaria, afinal era bem perto de São Paulo. “Quatro dias em Atibaia! É muita coisa. Deve ser enfadonho, cansativo.”
Resultado: “babou”! Esta foi a expressão que ele mesmo usou enquanto revivia sua trajetória e da Futura no processo metanoico. Mesmo ganhando dinheiro, a empresa indo bem, sentia-se no piloto automático. Tinha uma inquietação, considerando que a vida estava muito sem graça. Entrou em busca de conhecimento, atualização, em um programa dinâmico e que tivesse aplicabilidade; saiu entendendo a mensagem que mais lhe tocou na Metanoia: trabalho é bom quando existe significado. Então, mergulhou: foi em busca de dar um significado maior para seu negócio e para sua equipe.
Depois dele, muitos outros líderes da empresa, a começar pelo sócio Rubens, participaram do processo como metanoicos, lavradores e provocadores*. Para Anézia, Fabinho, Patrícia, Delcio, Jefferson, Márcia, Silvana, Nilda e todos os outros envolvidos direta ou indiretamente com o processo, as descobertas passaram a brotar, uma mais impactante que a outra. Dentre as que Ricardo enfatiza está o entendimento dos sete mercados e os comportamentos dos profissionais que atuam em cada um deles (tema abordado no livro Pegadas, do Tranjan), que os impulsionou a querer se movimentar para os mercados de mais prosperidade.
Outra, e a essa ele dá um crédito ainda maior, foi passar a enxergar gente como gente, não como mão-de-obra (colaboradores) e como fonte de lucro (clientes). Isso provocou transformação na relação dele com as pessoas, que se tornou exemplo e fez com que toda a equipe passasse a servir única e exclusivamente ao cliente.
“A Metanoia ampliou muito a minha valorização do ser humano. As pessoas passaram a gostar ainda mais de trabalhar na Futura. Um dos problemas sérios que tínhamos na equipe e que conseguimos solucionar definitivamente com a Metanoia foi a velha e clássica disputa entre o departamento financeiro e o departamento comercial. Os gestores tinham grandes conflitos, levavam as discussões para o lado pessoal. Depois da Metanoia isso mudou totalmente, pois a consciência de servir um único cliente, o nosso foco escolhido, fez toda diferença no comportamento. O espírito de trabalhar para o cliente é muito presente”, declara Ricardo.
Essa cultura está impregnada mesmo na Futura e para qualquer pessoa que se pergunta “para quem você trabalha?”, a resposta é rápida e precisa: para o cliente.
Isso passou a ser considerado como um dos pontos mais fortes da empresa, essa proximidade com o mercado. A Futura é muito reconhecida pela parceria, pelo relacionamento com os clientes. Para conseguir isso, a utilização do metaprojeto (ferramenta metanoica de planejamento) ajudou efetivamente, pois passou a fazê-los pensar antes de cada ação: para atender que necessidade esta ação está sendo determinada?
Hoje, os olhos do Ricardo e da equipe brilham por esse significado maior: “Sim, estamos felizes em ajudar a colorir o Brasil, construindo parcerias progressistas com empresas que levam vida aos ambientes; estamos trabalhando continuamente para que essas parcerias se solidifiquem e que muitos lugares tenham mais cor e vida; cuidamos com zelo dos lojistas com quem nos relacionamos e agentes fundamentais na nossa cadeia de distribuição; pintamos ambientes com a seriedade e excelência de quem pinta uma obra de arte.
Mas, queremos mais! Quanto mais o trabalho nos apaixona, mais estamos nos ligando em tudo que se relaciona a tornar o mundo mais colorido. Novas descobertas, grandes insights estão surgindo. O futuro da Futura tende a novas nuances e ainda teremos muita história para compartilhar.”
*Metanoicos – quem faz o programa Metanoia;
Lavrador – quem faz o programa Líder de Alto Valor, para líderes intermediários;
Provocador – quem faz o programa Provocação, que forma multiplicadores da cultura metanoica.
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